quinta-feira, 23 de março de 2017

Sem Limites


Suave foi minha brisa de verão

Onde pude ver seu vulto

Vagando amorosamente

Na chuva de verão

Fugi na tempestade do final da tarde

Para amenizar a dor da minha saudade

Enrolei-me nas águas e me perdi

Agora serei folha caída no outono

Mas nada terá o poder de me angustiar

De arrebatar minhas forças com regras sociais

Com tranquilidade o Universo me leva ao seu encontro

Respiro nosso desejo de conexão

Na maravilhosa definição de sua existência

Sem  fuga nossas vidas escolheram-se

Arrebatando-nos para outra dimensão

Onde não seremos cobrados, analisados, avaliados

Livres, eternamente livres em nosso amor




Célia Rangel

4 comentários:

  1. Modéstia... à parte, hein Anderson... essa poetisa estava inspirada, não é mesmo? Obrigadíssima, por fazer parte do seu rico blog!
    Abraço,
    Célia.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Com toda certeza Célia! Inspiradissima! Magnifico!
      Eu que fico feliz em partilhar tanta coisa boa que você nos transmite! Grande abraço!

      Excluir
  2. Gostei.

    Um ótimo dia pra você!!

    bjokas =)

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigado pelo carinho Bell! Seja sempre bem-vinda!
      Bjs :)

      Excluir

"Que o caminho seja brando a teus pés,
o vento sopre leve em teus ombros,
Que o sol brilhe cálido sobre sua face,
as chuvas caiam serenas em teus campos.
E até que eu de novo te veja,
Deus te guarde na palma de sua mão"

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