sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Eis que chegou... E agora?

Foi um nascer difícil.
Enlameou-se em terras e em caráter.
O semblante totalmente recoberto pela desfaçatez.
O esperado chegou, enquanto o velho adormecia,
Anestesiado pela imoralidade generalizada.
Abateu-se o cansaço pela longa espera.

O que fazer, agora, com tudo isso que se abre novo a cada dia?
Que não venha com inesperadas soluções fantasiosas...
Mas, que nos inspirem a ser mais com menos,
Até porque, esse é o ritmo a que estamos habituados.

Tudo novo de novo?
Não! Apenas muda um algarismo...
Nada mais.

Se eu, você...  nós não formos à luta diária,
Nada ou muito pouco se renovará.
Rola a pedra – desabamentos, mortes...
Rios transbordam –  desalojados, desabrigados...
Enxurrada das barragens... Cadê Mariana?

Culpam o El Niño... Será só isso mesmo?
Ah! As ações cruéis humanas para com o Planeta!
Há um cenário pouco animador...
Mas, “andar com fé eu vou... que a fé não costuma faiá...”



Célia Rangel

2 comentários:

  1. Obrigadíssima pela "honrosa" distinção, Anderson!
    Abraço,
    Célia.

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    Respostas
    1. Eu que devo agradecer! Mais uma vez uma parceria muito frutuosa :)
      Grande abraço!

      Excluir

"Que o caminho seja brando a teus pés,
o vento sopre leve em teus ombros,
Que o sol brilhe cálido sobre sua face,
as chuvas caiam serenas em teus campos.
E até que eu de novo te veja,
Deus te guarde na palma de sua mão"

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