quinta-feira, 7 de novembro de 2013

No tempo do agora



Não meço
Não peço
Não tem prazo
Apenas sinto e amo
Aventura ou desventura
Vivo.

Em verso ou prosa
Sussurro com o vento
Camufladamente
Sentimentos de sorrisos
De ternuras e de afetos
Com você – sempre.

Mostrei-lhe uma estrada florida e bela
Escolheu outra com ervas daninhas
Respeito.
Vivo com sabedoria o domingo da vida
Acarinhando nova fase que em mim desabrocha
Contemplativamente, relativizo.

Célia Rangel

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"Que o caminho seja brando a teus pés,
o vento sopre leve em teus ombros,
Que o sol brilhe cálido sobre sua face,
as chuvas caiam serenas em teus campos.
E até que eu de novo te veja,
Deus te guarde na palma de sua mão"

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