terça-feira, 7 de maio de 2013

Sensibilidades

Relações passadas
concretadas todas na saudade,
eternizadas ainda em vida.
Na busca de prazeres mundanos
reconhece-se agora sua finitude
e o desperdício de tempo
com banalidades.
Ah! As vaidades! O status e o poder!
Faz-se entulho dos mesmos...
Total inutilidade.
Pensando em dimensões infinitas,
no que pode atravessar o tempo e os obstáculos,
as tristezas e saudades, só encontra-se como resposta,
o amor, despretensioso, sem dominantes ou dominados,
apenas no ‘pluriamar drumondiano’ ...

Célia Rangel

4 comentários:

  1. Que lindo esse poema da linda Célia, bem faz em tê-la como colaboradora!
    Abraços meu novo amigo e boa semana!

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    Respostas
    1. Obrigado Ivone, é uma alegria receber sua visita aqui!
      Grande abraço!

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  2. Anderson!
    A cada dia que chego por aqui uma linda surpresa! Ou são ensinamentos que bebo na fonte... ou minhas publicações que em muito massageia meu ego!! Obrigada, amigo!
    Bjão da Célia.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigado Célia, sua presença é sempre muito importante!
      Grande abraço!

      Excluir

"Que o caminho seja brando a teus pés,
o vento sopre leve em teus ombros,
Que o sol brilhe cálido sobre sua face,
as chuvas caiam serenas em teus campos.
E até que eu de novo te veja,
Deus te guarde na palma de sua mão"

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