sexta-feira, 12 de abril de 2013

O Ser Humano e a sua Liberdade



O ser humano é capaz de realizar coisas inesperadas, tanto no sentido positivo, que faz bem a ele próprio e ao próximo, quanto no sentido negativo que prejudica a si mesmo e os outros. Tudo isso devido ao seu livre arbítrio, que parte de sua própria vontade.
           A liberdade é ponto determinante para a escolha humana, pois ele é livre para tomar decisões e discerni-las, mesmo que a opção escolhida aparentemente seja boa, mas que na verdade o prejudique e o faça infeliz. É livre para aceitar ou não a liberdade, pode tornar-se escravo de si mesmo, através dos vícios ou então sendo livre buscando sua felicidade de forma autêntica. Sua escolha tende a buscar a felicidade, mesmo que seja passageira, irreal e que faça com que os que o amam se tornem angustiados e infelizes. Como é o caso daqueles que buscam nas drogas sua felicidade, pensam estar buscando felicidade, mas ao contrário estão buscando tristezas, autodestruição do corpo, do lar; sendo causa de sofrimento principalmente para família, usa a liberdade para conquista-la.
           Pode-se dizer que o ser humano cria automaticamente mais “pontes” do que “muros” em suas relações com a sociedade. Algumas dessas pontes podem ser nomeadas, como: a família, amigos, o estudo... Que são suportes, pontos de apoio para que se possa atingir a principal meta humana: a Felicidade. É necessária cria-las, pois sozinho, essa meta se torna praticamente impossível de ser alcançada.
           Mas os “muros” também existem, aparentemente são ruins, mas também são necessários para o discernimento, pois nem tudo que é permitido convém, como é o caso daqueles “muros” que são impostos contra a vontade e que deve-se obedecer, como é o caso das leis, ou até mesmo aqueles que o próprio homem cria para se proteger como um tipo de instinto.
A mais primorosa obra do Universo é o ser humano, diferentes das outras criaturas, pois tem a liberdade e a inteligência em escolher seu próprio caminho e discernir entre o bem e o mal. Ele, com o seu livre arbítrio se torna como dizia o filósofo Protágoras “a medida de todas as coisas”.

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"Que o caminho seja brando a teus pés,
o vento sopre leve em teus ombros,
Que o sol brilhe cálido sobre sua face,
as chuvas caiam serenas em teus campos.
E até que eu de novo te veja,
Deus te guarde na palma de sua mão"

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