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Mostrando postagens de Outubro, 2012

Um pouco mais sobre as Cruzadas (Parte II)

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Na mesma época, a Alemanha foi teatro de episódio semelhante. Vinte mil jovens, dirigidos por certo Alexandre, tão imperito quanto os seus seguidores, atravessaram os Alpes para embarcar em Gênova. Todavia, frustrados, dispersaram-se sem êxito algum. Depois desta visão panorâmica do que foram concretamente as Cruzadas, importa agora procurar compreender os fatores que provocaram o seu estranho desenrolar.
Cruzadas: idealismo ou decadência? Os motivos de duvidar Quem leva em conta a história das Cruzadas, à primeira vista é levado a dizer que constituiram um fracasso ou até mesmo um contra-testemunho dos cristãos. Têm-se catalogado vários capítulos de censura aos cruzados: ambição, traição, vileza de costumes... É interessante notar que não somente historiadores modernos denunciam falhas tais, mas também pregadores e cronistas medievais. Com efeito, no decorrer dos séculos XII e XIII, perguntavam por que Deus havia permitido a derrota deste ou daquele exército de seus servidores ou po…

Um pouco mais sobre as Cruzadas (Parte I)

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Por "Cruzadas medievais" entendemos, as expedições empreendidas pelos cristãos do Ocidente para libertar do domínio muçulmano o S. Sepulcro de Cristo em Jerusalém. Têm início em fins do séc. XI (1095) e terminam em 1291, quando os últimos bastiões dos cruzados no Mediterrâneo oriental sucumbiram sob os ataques dos turcos. Recobrem, pois, os séculos XII e XIII. Verdade é que houve expedições bélicas para libertar a Terra Santa ou o Oriente da Europa ameaçado pelos turcos também nos séculos XIV e XV, como antes de 1095 se falava de reconquistar a Espanha ocupada pelos árabes... Antes de entrarmos no tema propriamente dito, importante observação deve ser feita, a saber: não se pode entender um episódio do passado sem se reconstituírem previamente o quadro geral respectivo e as categorias de pensamento dos atores desse episódio. A propósito damos a palavra a Profª. Regine Pernoud no seu livro "Les Croisades" (Paris 1960, p. 7):
"É de notar quanto a historiografia…

Por que a Igreja não vende tudo e dá para os pobres?

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Está é uma pergunta bastante pertinente e apesar de antiga, nunca deixou de ser atual, aliás, ultimamente,  com o apetite cada vez mais voraz que a mídia  secular demonstra ter para escornear a Igreja Católica, ela torna-se ainda mais relevante. Sendo assim, vamos direto aos fatos, porque apesar de haver um grande número de “bem-intencionados” Judas Iscariotes,, sejamos francos,  dentre eles são poucos os que são dados à leitura e à pesquisa.  Assim, não é prudente que me extenda muito.
Mas Judas Iscariotes, um dos seus discípulos, aquele que o havia de trair disse. Por que não se vendeu este bálsamo por trezentos denários e não se deu aos pobres? (João 12,4-5)
A igreja Católica é a instituição mais antinga da terra. Se fosse uma empresa privada, seria a maior do mundo, não apenas em tamanho mas em termos de volume do seu patrimônio e sua riqueza e por sua presença em quase todo o país do mundo. Sua importância, porém, não se restringe ao seu tamanho e número de fiéis ba…

O Cego Bartimeu

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EVANGELHO: Mc 10,46-52

Jesus e os discípulos chegaram à cidade de Jericó. Quando ele estava saindo da cidade, com os discípulos e uma grande multidão, encontrou um cego chamado Bartimeu, filho de Timeu. O cego estava sentado na beira do caminho, pedindo esmola. Quando ouviu alguém dizer que era Jesus de Nazaré que estava passando, o cego começou a gritar:
- Jesus, Filho de Davi, tenha pena de mim!
Muitas pessoas o repreenderam e mandaram que ele calasse a boca, mas ele gritava ainda mais:
- Filho de Davi, tenha pena de mim!
Então Jesus parou e disse:
- Chamem o cego.
Eles chamaram e lhe disseram:
- Coragem! Levante-se porque ele está chamando você!
Então Bartimeu jogou a sua capa para um lado, levantou-se depressa e foi até o lugar onde Jesus estava.
- O que é que você quer que eu faça? - perguntou Jesus.
- Mestre, eu quero ver de novo! - respondeu ele.
- Vá; você está curado porque teve fé! - afirmou Jesus.
No mesmo instante, Bartimeu começou a ver de novo e foi seguindo…

As trevas da Dor

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Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz todos os dias e siga-me (Lc 9, 23). O problema da dor é o maior e o mais grave dos que se apresentam ao homem. Quem não vencer a dor não vencerá a vida. Compreendê-la é compreender a própria vida. 
Todos devemos contar com sofrimentos na vida. Não podemos imaginá-la como um sonho cor-de-rosa, não devemos esperar que ela nos cumule de benesses, porque só assim evitaremos grandes decepções. Se alguém anda, constantemente, atrás da felicidade, de “dias melhores e mais belos”, a dor irá apanhá-lo inesperada e desprevenidamente, e parecer-lhe-á mais dura e pesada. Já os pagãos contavam com os sofrimentos e chegavam mesmo a considerar de mau agouro uma felicidade perfeita, que lhes parecia uma afronta aos deuses. Por isso, evitavam um homem demasiado feliz, fugiam dele.

Com o pecado original começou a dor; com ele terminou a primeira felicidade, o jardim de delícias que Deus nos dera. E começou também um processo de atin…
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Quem chega atrasado na Missa pode comungar?

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A Igreja conserva as Hóstias consagradas no Sacrário para que possam ser levadas aos doentes e para aqueles que não podem ir à Missa por motivo justo. Também para adoração dos fiéis ao Santíssimo Sacramento.

Logo, a pessoa que, sem  culpa, não pode ir á Missa, especialmente nos dias de semana, ou participou apenas de uma parte da Missa,  pode comungar mesmo que não tenha participado de toda a Missa. Mas isto depende da orientação do pároco ou do Bispo também.

Prof. Felipe Aquino

Traze-me

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O Pior mal se chama Pecado

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Não sei se você já notou, mas o primeiro sacramento que Jesus instituiu, após a Sua Ressurreição, no mesmo dia desta, foi o da confissão (cf. Jo 20,22). “Como o Pai me enviou, eu vos envio a vós. Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos” (cf. Jo 20, 22-23).

Isso mostra que Jesus estava desejoso de distribuir o “remédio” que a humanidade precisava; o perdão dos pecados para ser feliz. Tirando-se  ele, tira-se a morte eterna (cf. Rm 6,23). O Catecismo da Igreja nos mostra toda a gravidade do pecado: “Aos olhos da fé, nenhum mal é mais grave do que o pecado e nada tem consequências piores para os próprios pecadores, para a Igreja e para o mundo inteiro” (§ 1488).

Por outro lado, o Catecismo afirma que ele é uma realidade: “O pecado está presente na história dos homens; seria inútil tentar ignorá-lo ou dar a esta realidade obscura outros nomes” (CIC §386). O Catecismo diz com toda a clareza: “A…

Sorteio da Biblioteca de Fé

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A amiga Angela está promovendo um sorteio de livros de fé, participe você também!
para mais informações acesse: http://www.nospassosdejesusamor.com.br/
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"A cruz se transforma também em símbolo de esperança. De instrumento de castigo, passa a ser imagem de vida nova, de um mundo novo."

Saudoso beato João Paulo II

Sem Maria não há Igreja

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Bento XVI afirma que a presença da mãe de Deus com os apóstolos, depois da Ascensão, não é apenas o dado histórico de um acontecimento do passado. A presença de Nossa Senhora no Cenáculo adquire um significado de grande valor, pois ela partilha com eles a memória viva de Jesus na oração. Ela compartilha a missão de Seu Filho, de conservar a Sua memória, a Sua presença.

O Santo Padre nos lembra que para gerar o Verbo, a Virgem Maria já recebeu o Espírito Santo. No Cenáculo, unida em oração com os apóstolos, ela compartilha a expectativa do mesmo dom, para que, no coração de cada crente, “se forme Cristo” (cf. Gl 4, 19). Sem Pentecostes não há Igreja e não há Pentecostes sem a Mãe de Jesus, pois Ela viveu, de modo único, o que a Igreja experimenta todos os dias pela ação do mesmo Espírito. São Cromácio de Aquileia dizia que: “não se pode falar de Igreja se não estiver presente Maria, mãe do Senhor […] A Igreja de Cristo se encontra onde se anuncia a Encarnação de Cristo por meio da Vir…

Como deve ser o ano da Fé?

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É data que marcou o início do Concílio Vaticano II, em 1962. O Papa convocou o Sínodo dos Bispos no mês de outubro de 2012 que terá como tema: “A nova evangelização para a transmissão da fé cristã”, e que abrirá o “Ano da Fé”, que irá até a Festa de Cristo Rei, em novembro de 2013. É a Igreja cumprindo a missão que Jesus lhe deu: “Ide evangelizar!”.  A missão da Igreja é esta; Paulo VI disse que esta é a identidade e a missão da Igreja. Para a Igreja deixar de evangelizar seria como para o sol deixar de brilhar.

O Vaticano tem dado orientações de como deve ser este Ano especial. “O Ano da Fé quer contribuir para uma conversão renovada ao Senhor Jesus e à redescoberta da fé…”. A “Congregação da Fé” destaca que hoje é necessário um empenho maior a favor duma Nova Evangelização (“novo ardor, novos métodos e nova expressão”), para crer, reencontrar e comunicar a fé.

Recordando o 50º aniversário de abertura do Concílio Vaticano II, destaca que no Ano da Fé devem-se encorajar as romarias d…

A Vaca no precipício

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Um filósofo e seu discípulo resolveram fazer uma pesquisa e saber como viviam as pessoas na sua região.

Chegando à primeira residência, forma recebidos pelos moradores: um casal com cinco filhos - todos com roupas limpas, porém rasgadas.

Depois de servir um cafézinho dispôs-se a responder as perguntas do visitante.

O senhor está no meio desta floresta, não há nenhum comércio nas redondezas - observou o mestre ao pai de família. - Como sobrevivem aqui?

E o homem, calmamente, respondeu:

- Meu amigo, a situação é muito difícil. Graças a Deus, temos aqui uma vaquinha que não nos deixa passar fome. Às vezes sobra um pouco de leite e fazemos um pouco de queijo e vendemos na cidade vizinha. E assim vamos sobrevivendo.

O filósofo agradeceu pela informação, comtemplou o lugar por um momento e foi embora. No meio do caminho, disse ao discípulo:

- Jogue a vaquinha deste pobre homem no precipício.

- Não posso fazer isso, é a única forma de sustento da família! - Espantou-se o discípulo.

O filósof…

Lidando com as Crises

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Por que as mulheres não podem ser sacerdotes?

O assunto foi apresentado por uma minoria de eclesiásticos que creíam saber interpretar as moções de algumas mulheres do nosso tempo, e isso deu lugar a inevitáveis comentários de uma imprensa ávida por notícias sensacionalistas, pronta a encontrar fisuras no corpo da Igreja. Os promotores do sacerdócio feminino procuraram argumentos de índole bem variada para sustentar sua proposta. Entre todos eles, se põem especial ênfase naqueles que manifestam maior seriedade.

As três árvores

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O Sinal da Cruz

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A Igreja oferece, na liturgia, a melodia da palavra e da oração para ritmar os passos da vida humana. Como na música, o tempo forte da dança da vida é dado pelo domingo, o Dia do Senhor, no qual se fazem presentes, de forma excepcional, os grandes mistérios do Cristo, em Sua Morte e Ressurreição. Os mistérios como a Encarnação do Verbo de Deus e Seu nascimento em Belém, a vida em Nazaré, no maravilhoso recôndito da família, a pregação do Evangelho, o chamado dos discípulos, os milagres, a entrada na vida cotidiana das pessoas, a prática do seguimento de Jesus na experiência dos santos, tudo isso é apresentado durante o ano para que as leis da oração e da fé iluminem os passos dos cristãos e contribuam para chamar outras pessoas à mais digna aventura humana, acolher Jesus Cristo, n'Ele acreditar e fazer-se discípulo.
A cruz, terrível instrumento de suplício, quando o Corpo Santo do Senhor a tocou, tornou-se sinal de salvação, causa de glória e honra para todos os seres humanos. Olh…
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Hino a Nossa Senhora Aparecida

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Oração à Nossa Senhora Aparecida!

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